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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Atualizando...

Bom dia amores!!

De acordo com a entrevista que o nosso loiro deu ao Léo Dias, ele deixou escapar um segredinho... Nosso muso tem medo de elevador! Vamos ajudar o nosso loiro a superar isso, hein?! Todo mundo mandando muitas vibes positivas pra ele se energizar e SER FELIZ!!

Notinha:

Muitas coisas já foram ditas sobre o cantor Belo, mas uma delas, bastante inusitada foi revelada neste domingo, 4, pelo colunista Leo Dias, do jornal carioca "O Dia". É que o marido de Gracyanne Barbosa não anda de elevador.

Belo, que já sofreu de síndrome do pânico, conta que a questão ainda tem relação com a doença, e que quando se hospeda em hoteis, fica sempre no primeiro andar.
"Eu não entro em elevadores. Já fiquei preso algumas vezes. Em uma delas estava com as meninas do Fat Family. Você imagina, cara! O elevador era pequeno… Fiquei apertado durante muito tempo ali. Tenho que trabalhar isso. Quando vou a hotéis, fico hospedado no primeiro andar porque consigo subir de escadas", contou.

Belo, que já sofreu de síndrome do pânico, conta que a questão ainda tem relação com a doença, e que quando se hospeda em hoteis, fica sempre no primeiro andar.
"Eu não entro em elevadores. Já fiquei preso algumas vezes. Em uma delas estava com as meninas do Fat Family. Você imagina, cara! O elevador era pequeno… Fiquei apertado durante muito tempo ali. Tenho que trabalhar isso. Quando vou a hotéis, fico hospedado no primeiro andar porque consigo subir de escadas", contou.

Fonte: EGO - Globo



segunda-feira, 29 de julho de 2013

Notinha sobre o CD Tudo Novo!

Bom dia amores,

Saiu uma notinha sobre essa nova fase TODA NOVA do nosso muso no site UAI!. Segue abaixo na íntegra para a gente se deliciar! Até porque, é sempre muito bom o nosso loiro estar na mídia! O que prova que ele é SUCESSO!

Bjinhos PINK

“É tudo novo”, afirma o cantor e compositor paulista Belo, de 39 anos, valendo-se do título de seu 13º disco. A mudança foi radical: cabelo, postura, figurino e 17 quilos a menos. “Especialmente o repertório”, diz o cantor.

Em Tudo novo, o artista  não deixou de lado o romantismo – a primeira faixa é Nos desejos de uma paixão, de Altay Veloso, evocação aos tempos do Soweto, grupo no qual ele iniciou a carreira como vocalista. Mas agora é a vez da música leve, dançante e para cima. O espírito do CD é sintetizado nas faixas Menina linda, Pensei nela, Provocação e Onde bate fica.

“Gravei sambas puros, diretos, gostosos”, conta Belo. No início da produção do novo trabalho, ele tinha oito músicas prontinhas. “Deixei para mais tarde a apresentação do material pessoal, queria ser fiel ao conceito de fazer tudo novo”, diz. Ele selecionou autores que conhece há décadas mas nunca havia gravado. Gente como Allan Lima, Helder Celso, Billy SP e Peu Cavalcante. “Gosto do modo como eles fazem aquelas músicas simples, que se comunicam com facilidade”, observa.

 Belo está satisfeito de chegar ao 13º disco. “Tenho músicas que canto em qualquer lugar do Brasil há 15 anos, mas agora dou novos passos”, explica. A vontade é de correr o país com um verdadeiro espetáculo. A turnê tem bailarinos, cenários e toneladas de equipamentos. “Ouvir uma pessoa dizer que saiu feliz do show vale mais que dinheiro. Amo fazer música, pois ela me fez crescer e me livrou de muita coisa ruim, além de dar tudo o que tenho. É presente de Deus”, afirma.

Para Belo, canções que contam um pouco de sua história são Antes de dizer adeus, Tua boca, Derê e a nova Vi o mundo em seus olhos. “Com elas, sinto que cheguei a um ponto bom, em todos os sentidos. E já é quase meia hora de show”, brinca. O artista lembra que poderia fazer turnê só com sucessos antigos. “E isso não é para qualquer um”, afirma o admirador de Djavan, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Vinicius de Moraes e Tom Jobim. Ele tira o chapéu também para Gal Costa, Maria Bethânia e Clara Nunes.

Tudo novo é o primeiro disco dirigido e produzido por Belo. “Se soubesse que era tão bom fazer a direção geral, escolher do maestro à arte, já tinha aderido antes”, conclui.